Calouro da BYU se qualifica para o segundo Trials das Olimpíadas

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Tradução & Áudio por Karol Fialho

Payton Sorensen não é apenas um bom nadador, ele é um nadador de classe mundial. Com apenas 27 anos, Sorensen tormou-se um dos melhores velocistas do mundo e conseguiu chegar às semifinais do Trials das Olimpíadas de 2016.

“Da última vez, eu não esperava chegar tão longe,” disse Sorensen.

Sorensen fez apenas um ano que tinha chegado da sua missão pela, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos Últimos Dias, quando surpreendeu a si mesmo e seus treinadores com sua performance. O sucesso dele na época continua a contribuir para seu treino.

“Isso me deu uma animadinha porque eu não sabia que iria tão longe assim,” disse Sorensen.

Após quatro anos, o calouro da BYU aparecerá novamente nos Trials das Olimpíadas com intenção de representar, junto com o resto do time nacional, os Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de Tokyo de 2020.

Sorensen se qualificou para os Trials Olímpicos no encontro dos Nacionais de Inverno dos Estados Unidos em Dezembro quando ele completou os 50 metros nado livre em 22.45 segundos.

Ele ficou em segundo lugar no encontro, levando para casa uma medalha de prata. Junto com a qualificação, Sorensen também estabeleceu um tempo recorde pessoal.

“Dessa vez, eu sei que sou capaz de fazer melhor,” disse ele. “Ter essa perspicácia em minha autoconfiança vai me levar mais longe.”

Sorensen não é único que está otimista com os testes futuros. O treinador principal, John Brooks, também está otimista com relação as oportunidades futuras de Sorensen. Embora, ele reconheça suas dificuldades inerentes.

“Nós (os Estados Unidos) temos os nadadores mais rápidos do mundo. Então para classificar-se no time Olímpico você tem que ser um dos dois melhores nadadores do mundo”, disse Brooks.

“Atualmente, ele está classificado como o 17º no mundo. No nosso país, ele está classificado como o 4º ou 5º.”

Brooks afirma que mesmo como o 17º nadador mais rápido do mundo, Sorensen seria um favorito para o time nacional de qualquer país.

“É um exagero, mas ele é um competidor muito forte e quer dar o seu melhor,” disse Brooks sobre as perspectivas de Sorensen para entrar no time nacional dos Estados Unidos.

Brooks vem trabalhando de perto com Sorensen para assegurar que ele possa estar no seu melhor para os Trials.

Sorensen diz que tem trabalhado fervorosamente no aspecto mental da natação para melhorar o tempo dele.

“É muita preparação mental dentro e fora da água,” disse Sorensen. “Há muitas técnicas por trás dos métodos de natação e muita repetição para levá-los aonde você pode usá-los quando chegar a hora de nadar.

Brooks também percebeu o progresso feito nas habilidades de Sorensen. “Ele é muito mais rápido do que antes,” disse Brooks.

Nos futuros Trials olímpicos, Brooks não será o único na cola de Sorensen. Agosto passado, Sorensen casou-se com Kylie, sua esposa. Ela também estará torcendo pelo novo sucesso de seu marido nos próximos meses.

Kylie elogiou a dedicação que o marido tem por esporte, anotando o compromisso que requer treinamento.

“É muito demorado,” disse ela. “Mas ele se empenha muito nisso.”

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